sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Alguém como você...




Vejo assim as nuvens no horizonte,
Raios de sol que emergem.
É por entre eles que subo essa ponte,
É por entre as nuvens que me encaminho.

Nuvens de algodão,
Raios de sol com sabor de mel.

Meus dedos tocam as folhas,
Minhas mãos sentem as flores.
O doce aroma toma conta de mim,
Sinto-me segura.

Coração que antes era sufocado,
Coração que hoje é confortado.
Lágrimas que antes forraram meu rosto,
Sorrisos que hoje me vivem.

Meus olhos se abrem...
Alguém como você.



10/12/2011 - 01h41

domingo, 11 de dezembro de 2011

Decifrando...


Já dizia Antoine de Saint-Exupéry: "As estrelas são todas iluminadas... Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua?"


O meu céu, minhas estrelas
que não canso de vê-las
Quando ao relento deitada
me deixo olhar encantada.

As águas dos rios, dos lagos
águas correntes, águas paradas...

O sol que vejo brilhar
quando acordo na alvorada
Que o orvalho da madrugada
com sua carícia deixou molhar

Os meus bandos de pardais,
que ao entardecer, nas árvores,
brincando de esconde-esconde,
se divertem ao visconde

Todas as folhas de outono
que trazidas pelo vento,
Vem aos meus pés atapetar
e com sua leveza confortar

Os bancos dos meus jardins
entre rosas e jasmins,
Todos os raios do luar
que tocam minhas mãos ao beijar

Vaga-lumes que em rebanhos
cercam meu corpo durante a noite, 
quando o verão é chegado
e seu doce aroma amorangado.





sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Completa...

Sabor adocicado em meu corpo,
Tranquilidade apaziguada em minha mente.

Leveza evolucional em meu espirito,
Desequilíbrio equilibrado em minha alma.



Que assim seja.