domingo, 11 de dezembro de 2011

Decifrando...


Já dizia Antoine de Saint-Exupéry: "As estrelas são todas iluminadas... Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua?"


O meu céu, minhas estrelas
que não canso de vê-las
Quando ao relento deitada
me deixo olhar encantada.

As águas dos rios, dos lagos
águas correntes, águas paradas...

O sol que vejo brilhar
quando acordo na alvorada
Que o orvalho da madrugada
com sua carícia deixou molhar

Os meus bandos de pardais,
que ao entardecer, nas árvores,
brincando de esconde-esconde,
se divertem ao visconde

Todas as folhas de outono
que trazidas pelo vento,
Vem aos meus pés atapetar
e com sua leveza confortar

Os bancos dos meus jardins
entre rosas e jasmins,
Todos os raios do luar
que tocam minhas mãos ao beijar

Vaga-lumes que em rebanhos
cercam meu corpo durante a noite, 
quando o verão é chegado
e seu doce aroma amorangado.





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